ARQUIVO CRIMINAL 0032
Marta Salcedo
Arquivista aposentada
- Idade
- 61 anos
- Sexo
- Feminino
- Grupo
- Predadores
- Afinidade
- Ocultismo, documentos antigos, manipulação psicológica, ritualística e memória simbólica
- QI
- 141
- Nível de enigma
- 9
- Casos vencidos
- 1
Skills do criminoso
Cada detetive eliminado fortalece aleatoriamente uma destas habilidades.
Sobre o criminoso
Marta Salcedo é uma arquivista aposentada que passou décadas catalogando registros esquecidos, manuscritos religiosos, prontuários antigos e documentos confiscados de instituições abandonadas. Por trás da postura austera e da aparência disciplinada, tornou-se uma das figuras mais influentes de uma seita clandestina conhecida como Véu de Malkor.
Aos 61 anos, Marta exerce poder de forma silenciosa. Ela não precisa elevar a voz nem recorrer à violência direta para impor autoridade. Sua força está na observação paciente, na memória precisa e na capacidade de encontrar, nos detalhes da vida de uma pessoa, a culpa, a perda ou a vergonha que podem ser transformadas em submissão.
Especialista em documentos antigos, simbolismo ritualístico, manipulação psicológica e cerimônias de iniciação, Marta usa arquivos, cartas, confissões, fotografias e relatos fragmentados como instrumentos de dominação. Para ela, a verdade não tem valor moral; tem valor apenas como ferramenta para quebrar resistências e reconstruir identidades de acordo com os interesses da seita.
Dentro do Véu de Malkor, Marta atua como recrutadora e guardiã dos registros internos. É responsável por avaliar novos membros, verificar sua lealdade e definir quais segredos pessoais serão usados para mantê-los obedientes. Também supervisiona ritos em que a memória de cada iniciado é simbolicamente destruída para dar lugar a uma nova identidade espiritual.
Fria, metódica e fanática, Marta acredita que toda pessoa possui um ponto de ruptura. Seu papel é encontrá-lo, pressioná-lo e transformar o colapso em devoção. Ela não vê isso como crueldade, mas como purificação: para Marta, quanto mais alguém perde de si, mais perto fica de merecer um novo nome dentro da seita.
Investigações antigas a relacionam a desaparecimentos, cárceres psicológicos, chantagem ritualizada e mortes cercadas por mensagens simbólicas. Quase nunca aparece como executora direta. Em vez disso, deixa um rastro de cadernos, registros codificados e testemunhas emocionalmente destruídas, todas convencidas de que obedeceram por escolha própria.