ARQUIVO CRIMINAL 0028
Adrian Weiss
Pesquisador financeiro
- Idade
- 24 anos
- Sexo
- Masculino
- Grupo
- Especialistas
- Afinidade
- Finanças, anatomia, farmacologia, biometria e sistemas de segurança
- QI
- 150
- Nível de enigma
- 10
- Casos vencidos
- 2
Skills do criminoso
Cada detetive eliminado fortalece aleatoriamente uma destas habilidades.
Sobre o criminoso
Adrian Weiss é um pesquisador financeiro especializado em rastrear contas privadas, empresas de fachada e movimentações ocultas entre instituições de diferentes países. Aos 24 anos, sua inteligência excepcional deixou de se limitar ao estudo de pessoas e passou a abranger estruturas inteiras. Ele observa organizações como organismos vivos, nos quais cada conta, funcionário e documento desempenha a função de um órgão.
Discreto, metódico e extremamente controlado, Adrian raramente realiza qualquer movimento sem reconstruir antes todas as possibilidades. Estuda sistemas de ventilação, acessos biométricos, câmeras de segurança e rotinas de manutenção com a mesma precisão que aplica à anatomia humana. Para ele, um edifício possui pulmões, olhos, mãos e uma memória que pode ser manipulada.
Seu conhecimento de anatomia e farmacologia permanece, mas agora está associado ao domínio de dados médicos, moldes biométricos e substâncias capazes de agir sem provocar uma reação imediata. Adrian prefere impedir que uma pessoa perceba o perigo até que todas as possibilidades de fuga tenham sido removidas.
Ele possui uma relação quase obsessiva com documentos, assinaturas e registros oficiais. Adrian acredita que identidades não são definidas por rostos, mas pelas instituições que aceitam determinado conjunto de informações como verdadeiro. Quando necessário, utiliza documentos falsos, registros médicos e imagens manipuladas para atravessar sistemas construídos para reconhecer pessoas que nunca existiram.
Sua aparência reservada e o comportamento educado escondem uma personalidade fria, persistente e manipuladora. Adrian transforma a culpa em controle e as informações em instrumentos de pressão. Não procura apenas descobrir quem participou da Fundação Morgenlicht. Ele pretende identificar a função de cada integrante e remover, uma a uma, as partes responsáveis por manter a organização viva.
Ao contrário de seus anos anteriores, Adrian já não se satisfaz apenas em roubar arquivos ou pressionar envolvidos. Ele aceita matar de maneira consciente quando acredita que a vítima representa uma peça indispensável da mentira. Cada crime é planejado para produzir uma mensagem, eliminar uma função da rede e abrir o caminho para o próximo arquivo.